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Arte e Inclusão: Ponto de Cultura Waldir Azevedo está com inscrições abertas para oficinas gratuitas

Ponto de Cultura Waldir Azevedo oferece aulas de música no DF e convoca comunidade para campanha de doação de instrumentos musicais

Da esquerda para direita: oficina CEEDV; oficina de musicalização; e oficina de percussão. | Fotos e release para download: https://drive.google.com/drive/folders/1HXJLgtrJP7lzW2jsl5jT70IJLsOHDxAH?usp=sharing 

As oficinas do Ponto de Cultura Waldir Azevedo estão a todo vapor. As inscrições para as aulas gratuitas de musicalização no Distrito Federal seguem abertas. Com frentes de atuação na Cidade Estrutural, Vila Cultural Cobra Coral e no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), o projeto democratiza o acesso à cultura e reforça o papel da música como ferramenta de transformação social.

Na unidade da Cidade Estrutural, o público conta com aulas de Musicalização Infantil e Percussão. Já na Vila Cultural Cobra Coral, as opções são Cavaquinho e Percussão. Sob a coordenação pedagógica de Dudu Oliveira, maestro da Orquestra de Cavaquinhos de Brasília, as atividades são voltadas a diferentes faixas etárias e níveis de experiência.

Acessibilidade 

Um dos pilares do projeto ocorre no CEEDV, onde são ministradas oficinas de Canto Coral para pessoas cegas ou com baixa visão. O trabalho resultou na criação do Coral Armorial, grupo que une técnica vocal, sensibilidade e superação.

A iniciativa é viabilizada pelo edital de Manutenção de Espaço da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF), com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).

Campanha de Doação de Instrumentos 

Para garantir que crianças e jovens em situação de vulnerabilidade possam dar continuidade aos estudos, o PCWA lançou uma campanha de arrecadação de instrumentos. O objetivo é receber doações de cavaquinhos e itens de percussão, que serão destinados aos alunos que não possuem recursos para adquirir o próprio equipamento.

“Nossa missão vai além de ensinar notas musicais; queremos abrir portas. A música é um agente potente de inclusão e cidadania. Quando a comunidade nos ajuda com a doação de um instrumento, ela não está entregando apenas um objeto, mas sim a chance de um jovem transformar sua realidade, desenvolver disciplina e, quem sabe, descobrir uma profissão”, reforça Dudu Oliveira.