Primeira edição do festival contou com mais de 30 bandas se alternando em dois palcos
Expectativas superadas. Assim pode se definir o Park do Rock 2025. A primeira edição do festival arrastou uma multidão de cerca de 20 mil pessoas ao longo de três dias de festa. Com 13 bandas do Distrito Federal e de outros estados no palco principal, além de outras 23 se revezando na Tenda da Canja, o evento reuniu diversas vertentes do rock, como clássico, pesado, pop e melódico.
“O balanço é super positivo. Sabíamos que seria um festival grandioso, mas o retorno foi ainda maior. Os motoclubes participaram, as famílias vieram, gente de todo o DF passou por aqui. Enfim, não há como definir a emoção que estamos sentindo”, destacou a organizadora Juliana Dórea, da Dórea Produções.
Para Édna Guerra, no Moto Grupo Cachorro Cego, descentralizar um festival como esse é fundamental para atingir públicos diferentes. “Estamos muito acostumados a encontros de motociclistas no Plano Piloto. Trazer para Taguatinga, aqui no Taguaparque, onde não é comum, é fundamental para democratizar e disseminar nosso estilo de vida”, enfatizou.
Uma das representantes de outro estado, a mato-grossense Giselli Kir não escondeu a emoção e participar do Park do Rock. “Eu abri o último dia de festival e senti uma energia inigualável. Procurei mesclar estilos no meu repertório para agradar a todos os presentes”, frisou a bela.
E o domingo realmente foi das mulheres sobre o palco. Além de Giselli, Gláucia Lisboa no comando da Doble Band e a poderosa Aline Lakiss trouxeram setlists com clássicos de várias gerações.
Ao final das apresentações, os artistas bateram gravaram entrevistas com o Podcast Som e Cerrado, disponíveis no @agendabsboficial, no Instagram.
Além dos shows totalmente gratuitos, o público ainda contou com uma variada praça de alimentação com diversas opções de lanches e refeições, estrutura com espaço kids, standes de tatuagens, rampa de skate e kart e muito mais.
A próxima edição ocorre apenas no ano que vem. Porém, a organização ainda corre contra o tempo para promover mais um encontro de rock e moto em dezembro. “Faltam poucos detalhes. Preferimos ainda não divulgar muitas informações, mas recomendamos: passem o fim de ano no DF e coloquem o Taguaparque na rota de vocês”, finalizou Juliana Dórea.



