A social tech Simbi – que em sua trajetória já movimentou mais de R$ 635 milhões em investimento social privado e incentivos fiscais, e mais de R$ 1 bilhão em iniciativas auditadas – está participando da COP30.
BELÉM | Uma das pioneiras na gestão do investimento social privado no Brasil, a Simbi – que em sua trajetória já movimentou mais de R$ 635 milhões em investimento social privado e incentivos fiscais, e mais de R$ 1 bilhão em iniciativas auditadas – está participando da 30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém do Pará. A presença da empresa reforça a importância de integrar as agendas social e ambiental no centro da transição justa e da justiça climática.
Raphael Mayer, cofundador da Simbi, participará de painéis e manterá uma agenda de reuniões organizadas em parceria com o sistema ONU Brasil, no chamado “Palacete da ONU” – espaço dedicado a debates e articulações durante o evento. A participação faz parte da programação coordenada por Pedro Saad, responsável pela cobertura da ONU no país e pela curadoria de painéis nas zonas Azul e Verde da conferência.
“A Simbi nasceu com o propósito de fortalecer o investimento social e a cultura de doação, e o que temos percebido é que não existe solução climática sem solução social. Muitos dos problemas ambientais que enfrentamos hoje são sintomas de desigualdades estruturais”, explica Mayer. “Na COP30, queremos ampliar essa discussão – de como a inclusão produtiva e o desenvolvimento comunitário são também estratégias de enfrentamento da crise climática”, pontua.
A Simbi atua com tecnologia e dados para ampliar o impacto e a transparência de investimentos sociais, conectando empresas, institutos e fundações a oportunidades de impacto transformador. A participação na COP30 reforça o compromisso da empresa em contribuir para a integração entre políticas de transição justa, justiça climática e inovação social.
Mayer também está contribuindo com articulações de painéis voltados à mobilidade social, inclusão produtiva e novos modelos de filantropia corporativa, ao lado de parceiros institucionais e clientes da Simbi.
A presença da social tech no evento representa um marco simbólico: “Estar em um espaço global como a COP30 é mais do que visibilidade para a importância dos investimentos sociais – é a afirmação de que o Brasil tem soluções sociais potentes para o enfrentamento das mudanças climáticas”, conclui Mayer.
SIMBI | Fundada por Raphael Mayer, Mathieu Anduze e Tadeu Silva, a Simbi é pioneira no Brasil na gestão do investimento social por meio de verba direta ou incentivada (leis de incentivo fiscal). Com um sistema inteligente de gerenciamento de dados relativos a mais de 290 mil iniciativas sociais, a social tech oferece uma visão completa do ecossistema de projetos culturais, esportivos e de saúde nacionais aprovados em leis de incentivo desde 1992.
Na trajetória, a empresa movimentou mais de R$ 635 milhões em recursos de impacto (investimento direto e incentivos fiscais); mais de R$ 1 bilhão em iniciativas sociais foram auditadas; mais de 1.300 projetos foram beneficiados em todos os Estados do país; e mais de 40 multinacionais utilizam a solução. De forma concreta, a Simbi promove uma maior movimentação financeira para o terceiro setor ao gerir com mais eficiência e inteligência a verba de leis de incentivo de empresas; ao mesmo tempo, otimiza a pesquisa, a avaliação e a gestão do investimento.
A social tech conta com uma plataforma desenvolvida para ser um ecossistema de soluções e hoje possui mais de 40 multinacionais que contratam o seu serviço. Entre o público beneficiado estão organizações sociais, culturais, esportivas, produtores culturais e audiovisuais, hospitais e APAE – que trabalham, sobretudo, com cultura, esporte, direitos das crianças e dos adolescentes, direitos do idoso, tratamento oncológico e atenção à pessoa com deficiência.
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