Cantor e compositor de Brasília apresenta disco contemplado pelo FAC, com direção musical de Cairo Vitor e participações de músicos da cena brasiliense.

Link com imagens:
https://drive.google.com/drive/folders/1tXPVJRoTVeSs6Rpdy6ZU6t-vS1S-unVJ?usp=sharing
O cantor, compositor e ator brasiliense Victor Abrão lança seu primeiro álbum completo, “Ainda Podemos Sonhar”, reunindo doze faixas autorais compostas ao longo de quase duas décadas. O trabalho começou a ser desenhado a partir de canções criadas ainda na juventude do artista, como “Transitoriedade Múltipla” e “Sensação Exótica”, e incorpora músicas escritas até 2025, refletindo diferentes fases de sua trajetória pessoal e musical. O álbum estará disponível nas plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTube, YouTube Music, Amazon, Apple Music, Tidal, iTunes) a partir do dia 12 de março.
Contemplado por projeto do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), o disco tem direção musical e arranjos de Cairo Vitor. A parceria entre os dois teve início em 2015 e se consolidou ao longo do desenvolvimento do álbum, que passou por um processo de criação de arranjos entre 2022 e 2023, seguido por ensaios e gravações iniciadas no fim de 2024. O álbum foi gravado no Studio Lima Cruz, com captação e edição de Thiago de Lima Cruz e Janary Gentil, e mixagem e masterização assinadas por Ricardo Ponte. A foto de capa é de Thaís Mallon.
O repertório apresenta diversidade de ritmos e formações instrumentais, transitando por samba, rock, MPB, xote e outras vertentes da música brasileira. As faixas do álbum são: “A Arte de Viver”, “Eu Só Queria Iluminar”, “O Vagabundo”, “O Tempo”, “O Homem Que Anda na Rua”, “Transitoriedade Múltipla”, “Sensação Exótica”, “Ainda Podemos Sonhar”, “Presença Real”, “Vem pra Voar”, “Dias de Cantar e de Viver” e “A Infinitude”. Victor Abrão assina música e letra de 11 canções; “Ainda Podemos Sonhar” tem música de Thanise Silva e letra do artista.
Três singles anteciparam o lançamento do álbum: o samba “O Vagabundo”, lançado em dezembro de 2025; “Eu Só Queria Iluminar”, divulgada em janeiro; e o rock “Transitoriedade Múltipla”, apresentado em fevereiro. As faixas revelam a proposta plural do disco, que reúne diferentes formações para cada música, com arranjos pensados de acordo com a identidade de cada composição.
O álbum conta com a participação de músicos da cena brasiliense, entre eles Paula Zimbres, Osmar Oliveira, Thiago Totem, Thanise Silva, João Gabriel Joshua, Marcus Moraes, Nícolas Madalena, Mariana Sardinha, Fernando César, Sidney Campos, Sombrio da Silva, Filipe Silva, Dadá Nunes, Ricardo Nakamura, Igor Macarini, Daniel Marques, Augusto Guerra e Chico Oswald, além de um coro formado por Karen Duque, Kelton Gomes, Karin Richter, Lucíola Paranhos, Camila Guerra, Karina Humanista, Priscilla Lisboa, Nathália Lima e Clara Lua. As diferentes combinações instrumentais incluem violões de seis e sete cordas, guitarras, baixo elétrico e acústico, bateria, percussão, piano, sanfona, cordas e sopros.
O título do álbum dialoga com a ideia central que atravessa o repertório: o “sonho” sonhado e/ou realizado está presente no universo das canções, e a capacidade de continuar sonhando, mesmo com as agruras da vida. Dentro disso estão temas como: permanência, tempo, cotidiano e relações humanas. Ao organizar músicas compostas desde os 18 anos até a fase atual, Victor Abrão estrutura um panorama de sua produção autoral e consolida sua atuação na música, iniciada ainda nos anos 2000 como fundador da banda Deuses da Kaaba e desenvolvida posteriormente em carreira solo.
Sobre Victor Abrão
Victor Abrão é cantor, compositor e ator nascido em Brasília (DF). Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB). Na música, iniciou a trajetória como fundador da banda Deuses da Kaaba (2004–2010) e, a partir de 2017, passou a se dedicar à carreira solo, com shows autorais em espaços como Clube do Choro de Brasília, Casa da Cultura de Brasília, Feira do Livro de Brasília e Feicotur.
Entre 2020 e 2026 lançou singles e um mini-EP, como “Duo das Águas”, “Leve Rio”, “Yemanjá”, “Vem me dar um beijo”, além de “O Vagabundo”, “Eu Só Queria Iluminar” e “Transitoriedade Múltipla”, que antecipam o álbum “Ainda Podemos Sonhar”.



