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Vinci Society fatura R$ 25 milhões em 9 meses e desafia lógica tradicional do branding com abordagem baseada na Creator Economy

Fundada por ex-G4 Educação e ex-Boca Rosa Company, consultoria acelera marcas com metodologia própria e alta margem de lucro

A Vinci Society, consultoria especializada em posicionar empresas como marcas influentes por meio da lógica da Creator Economy, acaba de ultrapassar R$ 25 milhões em faturamento em seus primeiros 9 meses de operação. Com uma margem de lucro de 50%, o negócio vem chamando a atenção por unir velocidade, autoridade e conversão, e por desafiar o modelo tradicional de branding, geralmente atrelado a orçamentos elevados e ciclos longos.

Fundada por Tay Dantas, ex G4 Educação e Boca Rosa Company, ao lado de Henrique Guedes, Luiz Ambrosio e Thiago Baruzzo, todos com passagens por empresas como Azul, Nestlé, Pfizer, Electrolux e Vivara, a Vinci Society nasce com a bagagem de quem conhece de perto o jogo das grandes marcas. Hoje, a equipe é formada por profissionais com experiência em branding, redes sociais, growth e receita. 

Com uma metodologia proprietária, a Vinci transforma marca institucional em marca creator, criando estratégias de aquisição orgânica com alto impacto, baixo custo e resultado acelerado. O modelo subverte a lógica tradicional do branding, associado a altos investimentos e resultados de longo prazo, ao priorizar velocidade, influência e conversão.

“Acreditamos que a lógica da Creator Economy não precisa ser restrita a influenciadores. Quando aplicada estrategicamente, ela se torna um motor de crescimento para empresas tradicionais”, explica Tay Dantas, CEO da Vinci Society. 

Metodologia na Prática:

A Vinci opera em dois modelos principais: uma consultoria estratégica para médias e grandes empresas, com faturamento a partir de R$ 5 milhões e R$ 100 milhões por ano, respectivamente, que já soma mais de 150 marcas atendidas; e uma frente escalável voltada a PMEs. Além disso, a Vinci também oferece produtos digitais que ampliam o alcance da metodologia.

O modelo de trabalho combina consultoria, treinamento e comunidade com duração média de seis meses. A lógica por trás da metodologia é aplicar estratégias das novas empresas que estão crescendo mais rápido que empresas tradicionais e tornando-se mais relevantes.

“Percebemos que as marcas não precisam depender exclusivamente de mídia paga ou campanhas tradicionais para crescer. Com a estratégia certa de posicionamento, aquisição e canais, é possível transformá-las em verdadeiras influenciadoras, altamente conectadas à cultura, com amplo awareness, engajamento genuíno e desejo de marca”, afirma Tay. Segundo a fundadora, a metodologia vem sendo aplicada com bons resultados em setores como saúde, e-commerce, educação, tecnologia, beleza e serviços. 

Entre os cases da Vinci estão resultados expressivos em diferentes setores. A Saipos, SaaS de gestão do Grupo iFood, reduziu em 40% o custo de aquisição em apenas quatro semanas de consultoria. A Alva, marca de produtos naturais, cresceu 70% em receita no ano e alcançou um pico de buscas orgânicas que ultrapassou seu principal concorrente. No setor de saúde, o Instituto da Face de Brasília aumentou em mais de 20% o ticket médio e reduziu em 27% o custo de aquisição em apenas três meses. Já na moda, a marca Iury Costa registrou crescimento de 65% nas vendas do e-commerce em 30 dias. A própria Vinci também se tornou um case: em menos de um ano, conquistou mais de 100 mil seguidores de forma orgânica nas redes sociais.

Até o fim de 2025, a expectativa é crescer em mais de 400 o número de clientes atendidos e consolidar o modelo como uma alternativa de alto impacto para marcas que querem escalar com agilidade, sem depender exclusivamente de grandes orçamentos de mídia.

“O que a gente entrega não é uma promessa de viralização ou um truque de marketing. É método. E isso tem funcionado porque muitas empresas estão prontas para crescer, só precisam de um modelo condizente com a atualidade e que potencialize o que já possuem”, diz a fundadora.